Tudo Sobre Concursos
Página Inicial seta Material de Estudo seta Atualidades seta A Crise do "PIIGS"
Informe-se
Página Inicial
Concursos Abertos
Concursos Previstos
Notícias
Informações Úteis
Newsletter
Prepare-se
Material de Estudo
Dicas
Vídeo Aulas
Cursos Preparatórios
Cursos On-line*
Simulados*
Apostilas*
Livros*
Motive-se
Artigos
Histórias de Sucesso
Pensamentos
Mensagens
Interaja
Fórum de Discussão
Salas de Estudo On-line
Mural de Recados
Enquetes
Diversos
Sites Úteis
Publicidade
Parceiros
Contato
Definir o site como Página InicialAdicione este site aos seus Favoritos
Links Patrocinados
Busca
Boletim Informativo

Receba gratuitamente Tudo Sobre Concursos Públicos no seu e-mail !
Digite seu e-mail abaixo:

Apostilas para Concursos

Controladoria Geral da União - CGU-ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE ( VOLUME II )-ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE ( VOLUME I )-ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE

Polícia Federal-PAPILOSCOPISTA DA POLÍCIA FEDERAL-AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL

Polícia Militar - SP-SOLDADO PM - MASCULINO E FEMININO

Transpetro - Petrobras Transporte-TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE JUNIOR
Tudo Sobre Concursos Públicos
A Crise do "PIIGS" PDF Imprimir
Avaliação do Usuário: / 13
RuimBom 
Material de Estudo - Atualidades
Por Prof. Márcio Vasconcelos   
04 de July de 2011

Seguindo a característica neoliberal de interdependência dos mercados financeiros, em junho de 2010, tivemos uma queda generalizada nas bolsas de valores pelo mundo. Tudo isso devido ao anúncio do não cumprimento do pagamento das dívidas públicas de alguns países da União Européia. Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha, não puderam honrar seus compromissos financeiros criando o grupo do PIIGS (Spain em inglês).

A crise financeira mundial de 2008, ainda provoca efeitos colaterais pelo mundo, e um deles, foi exatamente o alto índice alcançado das dívidas públicas do grupo do PIIGS causando fuga de capitais e queda nas bolsas. A crise financeira mundial fez com que governos de todo o mundo agissem no sentido de socorrer entidades financeiras em dificuldades econômicas, então esses governos diminuíram os impostos, aumentaram as linhas de créditos e intervieram diretamente na compra de ações de bancos, seguradoras, montadoras de automóveis e outras empresas em sérias dificuldades financeiras. Tudo isso para evitar um mal maior que seria um colapso generalizado da economia mundial. Ou seja, essa intervenção governamental na economia significa que no momento de crise, os governos acabam arrecadando menos e investindo mais, esse é uma situação que exige equilíbrio fiscal.

Os países que dispunham de reservas cambiais e que tinham contas equilibradas passaram pela onda inicial da crise com certo grau de tranqüilidade, já aqueles que não tinham reservas consideráveis e que já estavam com altas dívidas públicas e com déficits fiscais acabaram aumentando ainda mais as suas dívidas e acabaram entrando em uma situação econômica crítica.

Foi o caso do PIIGS, que elevou o risco de investimento da União Européia a índices muito elevados, inclusive o risco Europa chegou a ficar mais alto que o risco Brasil. O rombo nas contas públicas dos países do PIIGS ultrapassam muito os índices recomendados pela União Européia em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) desses países.

Na Grécia, onde a situação está bem crítica, a crise financeira pode ter profundas implicações para outros países europeus e para a economia mundial. Num momento de violentos protestos nas ruas de Atenas contra as medidas de austeridade impostas pelo governo, o premiê George Papandreou tenta se manter no cargo, após anunciar mudanças no seu gabinete.

Nos últimos anos, o governo grego gastou bem mais do que podia, pedindo empréstimos pesados e deixando sua economia refém da crescente dívida. A dívida pública subiu muito, e os gastos com o funcionalismo público dobraram.

Enquanto os cofres públicos eram esvaziados pelos gastos, a receita era afetada pela evasão de impostos, deixando a Grécia totalmente vulnerável quando o mundo foi afetado pela crise de crédito de 2008. O montante da dívida deixou investidores relutantes em emprestar mais dinheiro ao país. Hoje, eles exigem juros bem mais altos para novos empréstimos que refinanciem sua dívida.

O premiê Grego tenta também aprovar novas medidas de contenção de gastos necessárias para que a União Europeia e o FMI continuem efetuando os pagamentos do pacote de resgate que prometeram à Grécia.

Atualmente, a crise do PIIGS já afeta a União Européia como um todo, não de maneira determinante, mais esse contexto levou alguns países mais estruturados economicamente, como Inglaterra, e Alemanha a procurar alternativas de ajuda econômica aos países do PIIGS.

Márcio VasconcelosSobre o Autor

Prof. Marcio Vasconcelos - Autor do livro Conhecimentos Gerais e Atualidades, da Editora Ferreira, é licenciado e bacharelado em História pela Universidade Gama Filho e pós-graduado em Administração Escolar pela Universidade Cândido Mendes.


Veja também:

Comentários
AdicionarPesquisarRSS
Comentar
Nome:
Tí­tulo:
Security Image
 
Digite o código que está na figura e clique em enviar.

Copyright (C) 2007 Alain Georgette / Copyright (C) 2006 Frantisek Hliva. All rights reserved.

 

 Veja Também:
Lista nacional de concursos públicos abertosConcursos com Inscrições AbertasNewsletter: Receba gratuitamente novidades sobre concursos por emailReceba Novidades por E-mailSiga o Tudo Sobre Concursos no TwitterTudo Sobre Concursos no Twitter

Compartilhe:
Links Patrocinados
Publicidade