"Se você está esperando que a boa sorte lhe sorria, o cheque do seguro social pode chegar primeiro à sua porta." Lord Beaverbrook.
William Maxwell Aitken, famoso editor inglês disse: Nunca confie na sorte. Se não semeares não colherás. Precisamos sempre retornar a uma palavra de oito letras que é um dos fundamentos básicos de uma vida que valha a pena ser vivida - trabalho.
Num universo governado pela lei de causa e efeito, estritamente falando, não existe sorte. Confie nas circunstâncias que estão fora de nosso controle, mas enquanto existir alguma chance de controlar esses fatores, devemos controlá-los. A "boa sorte" pode ser explicada pela Diligência e Discernimento, sustentados pela Saúde.
Pense no rapaz que aposta tudo na esperança de que alguma chave mágica para o sucesso será posta diante dele numa bandeja de ouro. Recusa sistematicamente boas ofertas ou mesmo pequenas oportunidades de trabalho porque não são bastante boas para ele. Espera que a sorte irá de repente fazer cair sobre ele uma posição pronta e acabada adequada à alta opinião que tem de sua própria capacidade. Depois de certo tempo as pessoas se cansam de facilitar-lhe alguma oportunidade. Ao cortejar a Sorte este rapaz negligenciou a Oportunidade. Na meia-idade, esse tipo de pessoa inclui-se numa categoria bastante conhecida. Podem ser vistos abordando seus colegas de trabalho mais diligentes e bem-sucedidos para fazer jorrar uma história triste de colher as recompensas que deviam ser deles.
A pessoa que realmente deseja ser bem-sucedida irá simplesmente banir de sua cabeça a idéia de sorte. Irá aceitar cada oportunidade, a despeito do quanto pequena possa parecer, que pareça conduzi-la à possibilidade de realizar grandes coisas. Aprenderá de suas derrotas e na maturidade de seu conhecimento atingirá o sucesso. Nada substitui o trabalho.